joanyr oliveira, brasil
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Para Adércio Simões Franco
Tudo jazia, a fremir, neste vaso
(abissal ou diminuto, nem sei)
quando chegou a colheita.
Estes roteiros inopinados
(cavernas? nuvens? miragens?)
conduziam rumores de passos
(trotes de centauros? faunos?)
agora transcendentes e vívidos.
Ah, estes idiomas herméticos
(sâncrito? brados? melodias?),
vizinhos de céus e mitos,
nesta aguda fome de estrelas
em imensos rebanhos brancos.
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Por lobitogabriel - 7 de Noviembre, 2007, 7:16, Categoría: poesia
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